11 de dezembro de 2017

Inspirações para o bullet journal #1

Nesse ano o bullet journal entrou de vez para a minha vida. Talvez eu queira parar de usar o método um dia, mas não sinto essa vontade se aproximando no momento. 

O bujo não só me ajudou a ser uma pessoa mais organizada, mas também me mostrou que eu consigo ser criativa, que eu não preciso ficar só babando nas decorações das meninas que eu acompanho e que eu consigo fazer coisas legais se tentar. Eu aprendi muita coisa nesse um ano usando bujo (se desejarem posso fazer um post só falando disso), e foi pensando em tudo que eu passei, acertos e erros, que resolvi fazer um post de inspirações, tanto para inspirar vocês, como para me lembrar do que eu sou capaz de fazer. 

Essas são minhas decorações preferidas. Quando comparo com minhas primeiras tentativas, lá de março por exemplo, eu fico realmente orgulhosa de mim. Acho isso importante, reconhecer sua evolução. Deixar de reclamar porque não consegue e realmente tentar, sem desistir, é a receita certa se você quer um bujo decorado.





Lembro bem de me sentir um pouco triste no início, de esperar muito de mim e me decepcionar. Ainda sinto as vezes. Mas com o tempo fui aprendendo a me sentir bem com o que eu fazia, a me orgulhar de cada coisinha certa para mim. Cada um tem o seu ideal, e olhando tudo isso, eu sinto que estou no caminho certo para o meu.


8 de dezembro de 2017

Resenha | Starcraft - Evolução

Uma das melhores coisas de ser leitora é quando a gente cria uma opinião sobre o livro antes de ler e, ao finalizar, essa opinião ser mudada. Positivamente, é claro. É muito bom quando a história surpreende a gente, quando você não dá nada pelo livro e quando ele acaba você fica maravilhada com tudo que o livro te proporcionou. Foi assim que aconteceu com Starcraft.

Depois de muitos anos em guerra, os Protoss, Zergs e Terranos estão em um cessar-fogo. Porém, um convite um tanto excêntrico pela parte dos zergs compromete esse estado, e aparentemente essa estabilidade pode estar em risco. A super-rainha dos zergs, Zagara, deseja paz, e ela demonstra esse desejo mostrando a restauração de um planeta que havia sido incinerado pelos protoss. Todos ficam boquiabertos com o feito praticamente impossível, mas é real. Ela tem conhecimento de algumas fraquezas da Supremacia Terrana, como a escassez de alimentos, então, como oferta de paz, ofereceu ajuda para resolver esses problemas.

Obviamente, o Hierarca Artanis, líder dos Protoss, e o Imperador Valerian, líder dos terranos, não poderiam arriscar suas populações e aceitar completamente a palavra de Zagara, então enviam uma equipe para o planeta Gystt, para pesquisar, coletar amostras, descobrir se tudo que Zagara oferece é real e seguro.

Confesso que não sabia o que esperar, mas que fiquei mais que satisfeita com o que obtive. A história tem bastante ação, e apesar de existirem raças que não conhecemos visualmente, é bem fácil visualizar tudo mentalmente, o autor descreve as coisas de forma que nos coloca no meio do livro, como se estivéssemos acostumados com tudo aquilo, principalmente com as batalhas.
Existe muita especulação por toda parte, tanto entre a equipe como no meio do comando, sobre o que está acontecendo. Obviamente, alguém está mentindo, porém, é difícil saber quem. A equipe precisa ir até o fim, mesmo com muitos riscos. O resultado desse único e turbulento dia pode selar o destino de muita gente.

A narração da história é intercalada entre vários personagens, o que pode ser um pouco confuso no começo, quando você ainda está se habituando a esse novo universo. Mas chega um momento que, de tanto você sentir vontade de saber o que vai acontecer, quando percebe, já sabe quem é quem.

Logo que comecei a ler e a não entender nada, já me fechei, achando que seria um livro chato inspirado num jogo também chato. E quanto mais eu lia, mais abria a mente, mais queria conhecer a fisionomia dessas raças, mais queria descobrir quem estava por trás de todas as coisas ruins que estavam acontecendo, e mais me dava vontade de comprar o jogo. 

Como eu disse no começo, foi uma surpresa muito boa. Fiquei impressionada com a escrita do autor, que realmente nos coloca no meio da história e nos faz visualizar tudo com facilidade. Não tenho nenhuma reclamação, o que me deixa meio surpresa comigo mesma, já que histórias do tipo normalmente não entram na minha lista de leituras. 

Autor: Timothy Zahn
Editora: Galera Record
Onde comprar: Amazon | Saraiva


4 de dezembro de 2017

Chegou por aqui: Novembro

Esse mês nove livros entraram para a minha estante. Felicidade define! Porém, gostaria de ter comprado mais na black friday, ou pelo menos ter encontrado melhores promoções como no ano passado. Entretanto, consegui comprar um livro que eu desejei desde que foi lançado, o qual achei que nunca compraria por conta do preço.
Essa edição de Harry Potter é a coisa mais linda do mundo! Deve perder só para a edição ilustrada porque enfim. E minha casa não é a Sonserina, e sim a Lufa Lufa, mas a da Sonserina estava por vinte reais e resolvi aproveitar. Foi o único livro que vi numa promoção boa e me interessou. Os outros que adquiri já estavam planejados.
Eu fiz uma lista de compras para a black friday aqui no blog e consegui comprar quatro dos nove livros que coloquei no post. Dois deles eu já havia lido, Trono de Vidro e Corte de Espinhos e Rosas da autora mais maravilhosa que existe nesse mundo. Os outros dois, Hora de Aventura e Stardust, estavam a um tempinho na minha lista de desejados e fiquei super feliz por comprá-los.
Da Galera Record chegaram três livros que eu quero muito ler. Aliás, já até li um deles, O problema do para sempre. Os outros são: Treze da FML Pepper, e O garoto está de volta da Meg Cabot. Sinto que estou lutando contra um bloqueio literário, e por conta disso não estou conseguindo ler rápido nem constantemente, mas mal posso esperar para ler esses outros dois.
A Editora Morro Branco me enviou The Girl From Everywhere - O mapa do tempo, mais conhecido como "o livro que eu mais quero ler no momento porém não posso passar na frente na minha lista de leituras". Esse livro parece ser incrível, a edição está absolutamente linda - como sempre. É uma fantasia, meu gênero preferido, e tem viagem no tempo e provavelmente uma protagonista forte, que eu amo. Queremos ler?

Essas foram as belezuras que entraram para a estante. Estou muito animada e louca pra ler tudo. O que vocês compraram na black friday?


1 de dezembro de 2017

Finalmente entendo a Gabriella

Só agora, exatamente nesse momento, que eu me dei conta de que realmente chegamos em dezembro. Não que eu tenha esperado ansiosamente por ele. Na verdade, me dar conta disso me fez ficar um pouco assustada. Como assim daqui a 30 dias estaremos em um novo ano? Bateu um breve desespero, confesso. O tempo nunca passava rápido assim quando eu tinha 16 anos e queria enlouquecidamente que a aula acabasse.

Isso me fez pensar (é algo que penso desde que saí da escola na verdade) que a gente vivia rezando pro tempo passar logo. Vivia basicamente esperando pelas férias. Seis meses passavam e a gente não percebia, só agradecia por estar livre do que quer que fosse. Agora que tenho 22 eu finalmente entendo a Gabriella. Queria que tudo parasse, ou pelo menos fosse mais devagar.

É um pouco triste pensar assim, acho que acaba trazendo um sentimento de insatisfação com as nossas realizações. Tanto que eu estava feliz quando comecei a escrever isso, mas agora não tenho tanta certeza. Minha intenção inicial era falar sobre coisas legais que aconteceram no mês, e eu farei isso, mas senti que precisava falar sobre o tempo que as vezes me assombra.
Todas as guerras que você trava são em vão. O tempo o aniquilará no fim!
A Ilusão do Tempo
Quando eu finalmente consigo deixar de lado essas preocupações, eu penso nas coisas boas. Que eu não tenho todo o tempo do mundo, mas que algum tempo eu tenho, e eu só posso tentar ser a melhor possível com ele e me sentir grata por tudo que é proporcionado a mim.

Uma coisa que sempre me faz ficar mais apaixonada pelo meu esposo é que, mesmo ele não gostando nadinha de ler, compartilha do meu sonho de ter muitos livros. Não porque ele quer, mas porque sabe que é o meu sonho, e adotou isso pra ele. Ele visitou a biblioteca de onde trabalha, viu que tinha títulos que eu queria muito ler e realmente insistiu para que eu escolhesse um para ele trazer para mim. E ainda me mandou um áudio falando que ia trazer todos para que eu lesse, mas que futuramente ia comprar todos para mim. Sempre que nós passamos por feirinhas de livros é ele quem acha os melhores livros pra mim, e não se importa de demorar horas procurando títulos. 
E ele trouxe mesmo!
Também passamos bastante tempo dentro de papelarias. Somos dois viciados nesses artigos, principalmente em canetas. É engraçado pensar nisso, porque papelaria é a única coisa que sempre tivemos em comum, o resto a gente foi aprendendo a experimentar e amar. Eu nunca tinha jogado qualquer jogo sequer que não fosse barbie, myscene, polly, dolls e variedades. E aí ele me fez ficar viciada em um jogo chamado Champions. Um jogo mesmo, no videogame, com controles. Esse mês até me fez jogar futebol de botão pela primeira vez na vida. E adivinhem? Eu ganhei!

É legal pensar nisso, em coisas que a gente faz pelas pessoas que amamos, e no fim acabamos gostando muito. Nos momentos simples e até bobinhos que a gente passa fazendo isso, mas que acabam se tornando pequenos infinitos, guardados com muito carinho na memória. Isso é felicidade.

Aproveitando que estou falando de pessoas que eu amo, meu irmão fez quatro anos esse mês. Não fizemos uma festona, só ficamos em casa com a família. Eu coloquei no som todas as músicas de abertura dos desenhos que ele mais gosta e ele ficou tão feliz com isso. E então vieram as brincadeiras. Dança da cadeira, mímica, a gente se divertiu demais. Esse dia ficou gravado muito forte na minha memória, principalmente as muitas risadas gostosas que ele deu. Tinha momentos que ele não conseguia correr ou falar de tanto rir. No começo eu fiquei preocupada, pensando que ele não ia gostar, porque não chamamos os amigos dele da escola, nem seria grande. Mas quando começou a tocar tudo que ele mais gosta, com as pessoas que ele mais ama se divertindo com ele e por ele, nossa, não tem preço que pague isso. 
Outra coisa que aconteceu em novembro que não há nada que pague é: o canal ter chegado a três mil inscritos tão rápido. Nem sei como expressar minha gratidão por isso. E o melhor de tudo é que eu me sinto mais próxima de quem me acompanha. Recebo mensagens lindas no instagram, converso, dou e recebo dicas. Eu nunca me sinto sozinha, é mais que incrível. 

Me sinto renovada depois de realmente abrir o coração e falar tudo que me fez e me faz bem. Isso só mostra que o tempo, por mais cruel que seja, é bom.


29 de novembro de 2017

Resenha | O problema do para sempre

O problema do para sempre é um livro nada meigo, apesar da capa. Os personagens principais passaram por muita coisa na infância. Mallory e Rider moravam num lar adotivo de péssima qualidade. Os "pais" não se importavam nenhum pouco com eles, e os maltratavam sempre, deixando-os sem comida constantemente e batendo nos dois sempre que possível. Mas Rider sempre tomava a frente da Mallory, sempre a protegia e a escondia dos espancamentos. Ela tinha que ficar em silêncio para que o Sr. Henry não a encontrasse. Mas um dia isso não foi suficiente.

Quatro anos depois de serem separados, Mallory foi parar em um lar de verdade. Ela foi adotada por dois médicos que a amam como filha e cuidam muito bem dela. Porém, a Mallory tem um problema de comunicação. Depois de tantos anos sem poder falar, ela desenvolveu algum transtorno, e não consegue se comunicar muito bem com as pessoas, e normalmente entra em pânico. 
Mas esse ano ela está decidida a ser melhor. Ela tem o desejo de ir para a faculdade, e por isso resolveu entrar no ensino médio no último ano, para treinar a socialização com pessoas, se desafiar, saber que pode. E chegando lá, ela encontra a pessoa que a salvou a vida inteira, que sempre tomou a frente por ela, a pessoa que ela achava ter sumido ou morrido. Rider.

Um bom clichê provoca muitas emoções, é isso que faz a gente esquecer que a história é clichê, repetitiva, parecida com alguma outra, tanto faz. Nós queremos emoção, e infelizmente não aconteceu com esse livro. Na verdade, em vários momentos eu só queria que acabasse logo. Isso com certeza aconteceu porque a autora se demorou bastante em algumas descrições, seja de cenas ou de sentimentos. 

Bastam mais ou menos três páginas para uma história me segurar até o fim, mas quanto mais eu lia esse livro, menos eu me prendia, e mais difícil ficava continuar a ler. Os personagens não me cativaram, o casal principal não me convenceu, a conclusão da história não foi legal. Enfim, o livro no geral não me agradou.


Autora: Jennifer L. Armentrout
Editora: Galera Record
Onde comprar: Amazon | Saraiva


Adaptado por Isabelle Felicio

Tema Base por Butlariz