6 de abril de 2018

6 on 6 | Celebrando o sol

Meu momento preferido do dia é o pôr do sol. Pra mim essa hora do dia tem magia. Tudo fica mais lindo, as cores, as pessoas, as plantas, até a temperatura é deliciosa. O nascer do sol compete também, mas o fim do dia tem meu coração de tal forma que eu sou obrigada a registrar esses momentos incríveis.

Essas fotos não foram tiradas para esse projeto, são fotografias feitas ao longo do tempo, sempre que dou uma caminhada aqui por perto de casa. Hoje resolvi finalmente postá-las, graças ao tema do mês do 6 on 6, que é fotos externas.
Esse com certeza foi o pôr do sol mais lindo que vi na vida. Tinha chovido bastante esse dia e ainda tinham muitas nuvens, mas não onde o sol estava, por trás de uma serra aliás, e o brilho dava a impressão de estar atravessando as nuvens por baixo. A foto quase mostra o quão lindo isso foi, mas só de lembrar da sensação de ver isso ao vivo eu já fico cheia de paz.
Acho que nesse dia a gente só foi passear pelo meio do nada que é aqui perto, e quem sabe colher algumas frutas. Eu nem gosto de frutas, mas amo colher. Aqui por perto tem manga, caju, azeitona, seriguela e coco, então a gente sempre anda por ai, pega umas frutas e eu aproveito pra ver o sol indo embora, sumir do horizonte e, claro, fotografar.
Essas duas últimas provam o que eu disse sobre o pôr do sol deixar tudo com uma cor muito mais linda. Inclusive, nenhuma das fotos de hoje foram editadas, a golden hour já fez isso por mim. To com o coração quentinho só por estar escrevendo esse post, olhando essas fotos de novo, revivendo os momentos. 
Sou do tipo de pessoa que ama tanto o sol que peço pra parar no meio da pista só porque o sol está super lindo e eu preciso registrar. O bom é que meu marido é um super companheiro e entende minhas loucuras, e melhor ainda, ele aprecia comigo.

Dias bonitos me deixam muito feliz e isso sempre é um motivo de agradecimento a Deus.
Confiram também as fotos das participantes mais legais da blogosfera: Luana, Camyli, Eva e Vanessa. 

5 de abril de 2018

Trilogias não finalizadas

Mês passado falei aqui no blog das séries de livros não finalizadas, seja por aguardo do lançamento ou por preguiça mesmo. Agora, chegou a vez das trilogias.

Crianças Peculiares

Confesso que li o primeiro livro morrendo de medo de que a história me desse medo. Tanto que demorei duas semanas e pouco para finalizar a leitura. E confesso que não li os dois seguintes ainda também por medo. Normalmente perco o sono muito fácil, e ficar assustada colabora demais para a minha insônia, já que minha mente é bem criativa no escuro. Por isso que eu digo sinceramente que não faço ideia de quando vou terminar essa trilogia, apesar de gostar demais.

Não Pare
Foi meu primeiro contato com o trabalho da autora e já me apaixonei de cara. Faz um tempo que eu li o primeiro, então não lembro bem o que acontece nele, e preciso muito reler para conseguir continuar os dois livros restantes. Lembro bem do sentimento que foi ler esse livro. Começou com muita curiosidade com que rumo que a história tomaria e muita surpresa com os acontecimentos. Tudo acontecia muito rápido, mas sem a sensação de que a história estava correndo, e sim a de muita informação, e esse ritmo frenético sempre me deixa encantada e pronta pra devorar um livro. 

Saga Encantadas

Olha, dessa trilogia eu não faço muita questão não. Já vi vários comentários legais sobre esses três livros, como também já vi vários ruins. Li o primeiro e isso acabou com minha vontade de ler os próximos, com medo de que seja tão ruim quanto o primeiro. Gosto muito de ler diferentes alternativas dos contos de fadas, conhecer uma princesa por outro ponto de vista, mas esse já estava ruim desde a primeira página.

A Rebelde do Deserto
Os dois primeiros livros me deixaram completamente no chão, não só o queixo e sim inteira, de tão bom que são. Estou surtando pelo terceiro livro, recentemente lançado e ainda não lido. A história é diferente de tudo que já li, pois se trata de uma mitologia não tão usada nos livros (pelo menos é o que o meu eu ignorante pensa), além de ter um povo com uma cultura muito diferente como personagens e ser uma fantasia mais que incrível. Essa trilogia eu indico pra todo mundo com todo amor do coração, garanto que é muito boa e vai te consumir até você terminar tudo.

God of War
Temos apenas uma duologia para finalizar. Li o primeiro em janeiro desse ano, apesar de tê-los na estante a pelo menos dois anos. Foi ótimo sair mais uma vez da zona de conforto e ler um livro inspirado em um jogo. O bom de Deus da Guerra é que o jogo realmente conta uma história, ou seja, além disso e o livro, basicamente também temos um filme, que são as cenas do jogo, e isso serviu demais para alimentar minha cabeça com visões reais do que acontecia no livro, que é muito fiel ao jogo. Só tenho elogios, de verdade. Agora só tenho que me organizar pra ler o segundo, porque querendo ou não, tem muita luta, o que pode arrastar a leitura.

E vocês, que trilogia não terminaram ainda mas querem muito finalizar?

3 de abril de 2018

Resenha | Nunca olhe para dentro

Dizer que a Betina tem uma vida complicada é quase o mesmo que lhe fazer um insulto. Ela passa por tanta coisa que complicado pouco define todas as situações por qual é obrigada a viver. 

Seus pais morreram em um acidente de carro, acidente este que apenas por um milagre ela mesma não foi embora junto com eles. Um carro cortou a rua em frente ao que eles estavam e seu pai precisou desviar para um lago, e só ela sobreviveu. Por conta disso, Betina passou a morar com sua tia, irmã de sua mãe, a pessoa que supostamente deveria lhe dar amor, carinho e um lar. Porém, Cecília a odeia com todas as forças, e faz de tudo para que a menina sofra.

Além de sofrer infundados abusos físicos e psicológicos em casa, Betina é proibida de ter amigos, relações. Sua tia diz que ela não pode ser amada, então tenta afastar todos que se aproximam dela, tanto amigos quanto possíveis namorados. Esse último praticamente não existe, já que ela tem tanto problema que eles se afastam antes mesmo de começar. Mas Nicolas fica, insiste em ficar com ela, em ajudá-la, protegê-la, escutá-la.

Tudo que Betina quer é encontrar o culpado pela morte dos seus pais. O caso foi fechado a anos, sem conclusão. Ela era muito pequena, então não lembra bem do que aconteceu, mas sente que só vai conseguir parar de viver o luto quando fizer justiça. Enquanto seus melhores amigos, Paola e Caio, só querem que ela finalmente denuncie Cecília. Mas como fazer isso sem colocar as pessoas que ela mais ama em perigo? Como confiar na justiça uma segunda vez e ela falhar?


O livro trata questões pouco abordadas porém muito importantes. A violência doméstica é real, existem muitas Cecílias e Betinas pelo mundo, e a autora teve uma ótima abordagem do assunto, tudo era tão real e doloroso que podia-se sentir como a própria personagem. 

Tem romance e cenas realmente marcantes, mas também tem a dor do luto, o sofrimento da personagem, seus melhores amigos tentando ajudá-la, fazendo com que ela encarasse a realidade e dando todo suporte para suas inseguranças e maiores medos. É um livro realmente incrível.

Autora: Amanda Ághata Costa
Onde comprar: Amazon

8 de março de 2018

6 on 6 | Quentinho no coração

1. Não poderia falar desse sentimento sem colocar livros nessa lista. É o que mais faço no meu tempo livre, a atividade que mais me deixa feliz. Amo deitar na minha cama e ler um livro. Aliás, um livro que está guardado com muito amor no meu coração é Crepúsculo, graças a ele eu tenho o amor por livros hoje.
2. A coisa que mais me deixa com quentinho no coração, com a sensação de lar e pertencimento não é uma coisa, e sim uma pessoa. Sabe aquela frase "lar é onde o seu coração está"? Então.
3 e 4. Meu cantinho, minhas coisas de papelaria, meu bullet journal, desenhar, pintar, criar. Isso tudo faz o meu coração dar pequenos saltos dentro do peito, de tanto que me deixa feliz.
5. Música é algo que me faz bem em qualquer momento da minha vida, que faz tão parte de mim que é uma das poucas coisas que eu não conseguiria ficar sem. É meio que minha segunda casa.
6. Chegar em casa, tomar um banho, deitar numa rede com a melhor pessoa do mundo e colocar nossos desenhos, animes ou filmes favoritos pra assistir. São momentos impagáveis, que com certeza deixam o meu coração quentinho e cheio de amor.

Confiram também as fotos das participantes mais legais da blogosfera: LuanaCamyliEva e Vanessa. E me falem nos comentários, o que deixam vocês com um quentinho no coração?


5 de março de 2018

Como você tem coragem de vender seus livros?

No final de 2017 eu comecei a vender alguns dos meus livros e, como esperado, isso gerou alguns questionamentos e exclamações. "Como você tem coragem?", "Como você consegue?", "Ai, acho que nunca vou conseguir me desfazer de nenhum dos meus livros". Inclusive, já fui uma pessoa que falava tudo isso, e até falei pra mim mesma antes de me desfazer dos meus. Falei sobre isso algumas vezes aqui, em posts aleatórios, mas nunca falei abertamente. Por isso quis fazer esse post, contando como criei coragem e se doeu no meu coração depois.

Comecei a gostar mesmo de livros lá em 2008, por causa de Crepúsculo, e nessa época minha mãe não podia me dar os livros que eu queria, então eu lia no meu computador e desejava imensamente ter uma coleção enorme e linda algum dia, o sonho da maioria dos leitores. Mas, de vez em quando ela me dava alguns, e aí fui formando minha pequena coleção.
Só no ano passado que, enquanto organizava minha estante, percebi que tinha vários livros que não gostava. Limpo a estante pelo menos uma vez a cada duas semanas, e naquele dia eu falei pra mim que a próxima vez que eu limpasse ia separar os livros que eu não gostava, só para saber quantos eram. Depois disso fiquei super ansiosa para chegar logo o dia de limpar de novo. Nem tinha a intenção de vender nada, só queria saber. 

Passou só uma semana e eu fui, pensando a cada livro que eu pegava "quero ler esse livro de novo?". Acho que foi esse pensamento que mudou tudo. No fim eu tinha uns 15 livros em que não tinha a miníma vontade de ler novamente, e isso me desprendeu deles. 

No fim, não me arrependi de ter vendido, e ainda percebi que isso me aproximou ainda mais dos meus queridinhos e aumentou minha vontade de reler todos eles. Além de ter me proporcionado dinheiro para comprar outros livros que eu queria muito mais.
Talvez, mesmo depois de ler isso tudo isso, você ainda esteja pensando naquela pergunta que é o título desse post. Só posso responder que depois de mudar o meu pensamento eu tive uma conexão ainda maior com todas as histórias que eu mais amo, a ponto de pensar nelas dia e noite, mal podendo esperar pelo dia que vou conseguir ler cada uma de novo. Enquanto isso, quando penso nos livros que não estão mais aqui comigo, não sinto nada, no máximo alívio por estarem em outra estante e espero que com pessoas que gostem deles mais do que eu gostei. Quando mudei o que pensava eu perdi a conexão que tinha com essas histórias, e aí elas passaram a não mais importar pra mim. 

Não to querendo influenciar ninguém a se desfazer dos seus livrinhos, mas caso você queira fazer isso e não tenha um pingo de coragem, pensa "eu quero ler esse livro de novo?" e dependendo da resposta a coragem virá.


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